domingo, 24 de dezembro de 2017

O que se aprende no silêncio


Ao longo de todo o ano de 2017 este espaço se manteve em silêncio...

O silêncio faz ouvir as vozes internas, abafadas nas demandas do dia-a-dia. Um dos aprendizados que o silêncio propõe é o entendimento de como ele e o tempo caminham bem juntos. Nessa jornada, é possível o acesso às águas internas - os sentimentos e as emoções - podemos nelas nadar e até mergulhar. O ritmo desse encontro íntimo deve ser respeitado, assim como se deve respeitar a natureza.

Pode ser que nos deparemos com a calmaria de águas tranquilas ou com a fúria de águas revoltas, pode surgir repentinamente uma tromba d'água após uma tempestade ou um redemoinho em forma de anunciação. É preciso cautela.

Muitos interpretam esses eventos naturais como catástrofes. É bem verdade que, dependendo da intensidade e do tempo de ocorrência, podem gerar grandes estragos, suscitar dores inimagináveis, agonias, desespero. Por esse ponto de vista, são, sim, trágicos. Por outro lado, são reguladores de harmonia.

Harmonia não é sinônimo de calmaria, mas de uma contínua equilibração. Em defesa da fragilidade egoica, tendemos a rejeitar as contrariedades da vida. Muitas vezes nos estagnamos na revolta, na mágoa ressentida, na raiva contida, na tristeza infindável e no medo congelado, a tal ponto que se condensam e são atraídos pela força da gravidade ao fundo da imensidão das águas do inconsciente, e ali são confundidos com a lama das profundezas obscuras do existir.

Uma sabedoria em nós sabe que ali há um tesouro perdido, a chave que fará a roda da vida girar novamente, e os aventureiros, os corajosos (mesmo com medo) e os perdidos à deriva, saímos em busca do seu resgate, ávidos por um sentido maior de ser no mundo.

Alguns, saímos a mergulhar com precaução, treinamos cada movimento, aprendemos a respirar embaixo d'água, usamos recursos como cilindro de oxigênio, pé de pato, roupa térmica e por aí vai... até chegar lá. Outros, resistimos tanto que a natureza precisa intervir porque é regida pelas leis da vida, as leis de harmonia, enfim, as leis de movimento contínuo. Daí os mais variados fenômenos incompreensíveis aos relutantes em ouvir o silêncio.

A natureza revolve o seu fundo para devolver à superfície, à consciência, o que foi ali esquecido. Momento valioso para separar o lixo, reciclar e transformar em bem viver.

Compartilha-se aqui o que o silêncio ensinou ao longo desses últimos doze meses, não sem antes destacar o maior dos aprendizados que abrange todo o mergulho aqui mencionado: a gratidão. 

Gratidão à sabedoria da vida, tão generosa e paciente, que nos dá tempo e inúmeras ferramentas para acessa-la no silêncio, e nos protege da morte fatal, a morte dos ciclos, intervindo por nós, ofertando-nos, assim, a dádiva de seguir em frente. 

Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

"NÃO"

Certamente, você já ouviu por aí a frase “quem ama, educa”. Há, inclusive, um livro com esse título, escrito pelo psiquiatra e educador Içami Tiba, o qual aponta para a importância da assertividade dos pais e familiares sobre os limites apresentados à criança.

Ainda estamos todos aprendendo a delimitar fronteiras adequadamente, de gerações reprimidas por tantas imposições autoritárias transitamos para outras cujo conflito predominante é a liberdade de escolha sem uma embasada orientação de conduta.

Tendemos a significar o amor pelo SIM, já o abandono e a rejeição, pelo NÃO. Trata-se de uma crença disfuncional, que resulta numa tremenda confusão e dificuldade em lidar com as frustrações. Frequentemente engolimos, sem digerir, situações desagradáveis para não desagradar, seja em casa, no trabalho ou em qualquer meio, no intuito equivocado de assegurar o vínculo estabelecido.

Como afirma “O pequeno príncipe”, “uma vez cativado, cativado sempre”. Ou seja, no momento em que existe afinidade, afeto, respeito, carinho e atenção, não há por que se preocupar com um suposto rompimento do laço já feito. Até uma separação pode ocorrer de modo amoroso, quando temos consciência sobre a permanência do vínculo, independente da forma como se reconfigura.

Por esta razão, é possível deixar expressar o amor pelo SIM e, TAMBÉM, pelo NÃO. Um NÃO consciente é libertador para quem o emite assim como para quem o recebe. O solo está seguro, ambas as partes sabem até onde podem ir e podem respeitar os respectivos espaços físicos e psicológicos, tão imprescindíveis à individualidade.

Quando nos permitimos ser honestos uns com os outros ao dizermos um NÃO, com todo amor, somos verdadeiros e livres ao dizer SIM!



Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799


Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Coisa de maluco?

Ainda hoje nos deparamos com o preconceito em relação ao sofrimento psíquico. Quando uma pessoa falta ao trabalho porque teve uma gastroenterite, "normal". Mas se o estômago não responde bem por uma crise de ansiedade generalizada, é "coisa de maluco". Se por um lado a disponibilidade de informações contribui para que depressão, bipolar, pânico, esquizofrenia, borderline, dentre outros, sejam termos conhecidos pelo senso comum, amiúde infelizmente não passam disso.

Muitas pessoas (muitas mesmo!) sofrem sozinhas por não quererem admitir ou por não compreenderem o que se passa com elas. Cobram-se uma normalidade adoecedora, sofrem por se sentirem desajustadas e não se atrevem a buscar um auxílio profissional como se isso fosse um atestado de esquisitice.

Quem não sofre com a dor ou ideia do abandono de uma mãe ou de um pai, a rejeição de um namorado ou de um amigo? Quem não se sente deslocado num dado meio social? Quem não tem medo ou pavor de alguma coisa ou situação? Quem não se sente desanimado sem razão aparente?

A diferença na experiência de cada um está no grau de sofrimento - leve, moderado, grave - isto é, na medida em que o mesmo dificulta ou impede que realizemos em nossas vidas diárias atividades e conquistas que fazem sentir bem. 

Há inúmeros recursos terapêuticos que nos auxiliam a elaborar as dores emocionais que nos acometem, frequentemente sinalizadas pelo corpo. Da mesma maneira que buscamos um médico, por prevenção ou quando percebemos que algo não vai bem fisicamente, é saudável procurar suporte psicológico quando as emoções e os pensamentos divergem do bem-estar por um tempo prolongado. E isso não diminui em nada o próprio valor como pessoa, pelo contrário.

Aceitar a si mesmo é passo fundamental para a sanação da alma.

Atente-se e permita-se. 


 Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799


Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

domingo, 22 de maio de 2016

Entre o normal e o natural


"No entanto era verdade. Eu, tão simples e primitiva, que jamais desejara qualquer coisa com intensidade. Eu, inconsciente e alegre, "porque possuía um  corpo alegre"... De repente despertava: que vida escura tivera até então. Agora... Agora eu renascia. Vivamente, na dor, nessa dor que dormia quieta e cega no fundo de mim mesma." 


(Clarice Lispector em Obsessão. Todos os contos, por Benjamim Moser)

Normal é uma palavra que está "na boca do povo". É muito comum obtê-la como resposta quando se pergunta "Como você está?". Ao ouvir alguém responder "Normal", você consegue ter uma ideia minimamente fidedigna sobre o estado dessa pessoa?

Seu significado na Língua Portuguesa se refere a um conjunto de regras ou normas, que é comum, habitual... Na Matemática não é diferente. Diante de uma dada amostra, calcula-se estatisticamente quais elementos apresentam certas características em comum, dentro de uma curva padrão, de normalidade.

Há inúmeras regras e normas que são criadas pelo homem e, consequentemente, pela sociedade. E há aquelas que não são criadas por ele, mas sim observadas, como as leis da natureza. A partir dessa ótica, pergunto, até que ponto existe harmonia entre o normal social e o natural?

Por exemplo, se definirmos como normal estar constantemente sorridente e alegre, ao buscarmos este padrão, deixamos de agir naturalmente. Buscamos prazeres a qualquer custo, negamos outros sentimentos que não aquele esperado, numa sensação de inércia e estagnação. A natureza é dinâmica e cíclica (como o dia e a noite, como as fases lunares, como as estações do ano etc.) e, portanto, está em constante movimento.

Assim como um mesmo dia pode estar ensolarado, nublado ou mesmo chuvoso em momentos distintos, os nossos pensamentos, sentimentos e emoções podem variar ao longo de um dia.

Então, proponho que observe a natureza em você. E antes de buscar corresponder automaticamente aos padrões normais sociais, reflita se os mesmos se harmonizam com o que é natural.


 Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799

Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

sábado, 9 de janeiro de 2016

O que é bom se compartilha, o que não é bom se transforma!


Mensagem perfeita em assertividade assim precisa ser compartilhada :)

"QUER SER UM POUQUINHO MAIS FELIZ EM 2016, NÉ?
Então...
1. Faça o que é certo, não o que parece fácil. O nome disso é Ética.
2. Para realizar coisas grandes, comece pequeno. O nome disso é Planejamento. 
3. Aprenda a dizer 'não'. O nome disso é Foco. 
4. Parou de ventar? Comece a remar. O nome disso é Garra. 
5. Não tenha medo de errar, nem de rir dos seus erros. O nome disso é Criatividade
6. Sua melhor desculpa não pode ser mais forte que seu desejo. O nome disso é Vontade
7. Não basta iniciativa. Também é preciso ter 'acabativa'. O nome disso é Efetividade
8. Se você acha que o tempo voa, trate de ser o piloto. O nome disso é Produtividade
9. Desafie-se um pouco mais a cada dia. O nome disso é Superação
10. Para todo 'game over', existe um 'play again'. O nome disso é Vida.
Por último, coloque em prática A revolução do pouquinho."
                 
                    Eduardo Zugaib - Escritor e Palestrante
                    http://eduardozugaibpalestrante.blogspot.com.br/                     


SEJA FELIZ!

Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799

Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Espiritualidade e Saúde Mental


No período entre 04 e 07 de Novembro deste ano, tive a feliz oportunidade de participar do XXXIII Congresso Brasileiro de Psiquiatria, realizado pela Associação Brasileira de Psiquiatria, cujo tema central foi Espiritualidade e Saúde Mental.

Em apresentações distintas, psiquiatras e psicólogos brasileiros e estrangeiros (americanos, holandeses, sul africanos, dentre outras nacionalidades), abordaram a relevância da realização de pesquisas quanto aos efeitos das crenças relacionadas à espiritualidade e/ou à religiosidade sobre a saúde mental. 

De forma geral, estudos apresentados no encontro indicaram que tanto os efeitos positivos quanto os negativos das crenças religiosas sobre a saúde mental dependem da relação estabelecida entre a pessoa e tais crenças. Por esta razão, destacou-se a importância de investigar, durante a anamnese ou os atendimentos psicoterápicos, como a religiosidade e/ou espiritualidade é percebida pela pessoa atendida, se é relevante ou não para a sua compreensão sobre o ser no mundo.

Ainda, foram mostrados trabalhos realizados junto a comunidades religiosas, de modo que a ponte entre a equipe de profissionais da saúde (mental) com a comunidade religiosa da qual a pessoa assistida faz parte pode contribuir significativamente para sua melhora.

Vale ressaltar que a religiosidade pode ser um caminho para o desenvolvimento espiritual, porém este independe da religiosidade.

Espiritualidade se refere, de modo geral, ao sentido do ser no mundo para o indivíduo. Os anseios do espírito (espírito num sentido de essência, de algo que não se vê mas se sente), o que dá sentido à vida, para além do ter. A essência necessita da matéria para realizar. Mas a matéria não realiza sem o ser. Encontrar o equilíbrio entre o ter e o ser é o desafio da existência humana.

Certamente há ainda muito o que pesquisar sobre as crenças quanto à espiritualidade e o comportamento humano. Fico feliz que este tema, tão presente nas questões existenciais, seja finalmente incluído nos estudos contemporâneos sobre a saúde mental. 

Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799

Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Sensibilidade e humor em A garota ideal


Para quem nunca experimentou o processo terapêutico, é muito difícil compreender como se dá seu funcionamento quando utilizamos apenas a linguagem verbal para explicá-lo. Isso porque trata de níveis tão profundos de consciência, que se faz necessário manter sob observação sensações, sentimentos, pensamentos e comportamentos a todo momento. 

Desvendar a simbologia do inconsciente requer delicadeza, sensibilidade, conhecimento e experiência, dentre inúmeros quesitos para tal faceta. Por esta razão, compartilho meu sentimento de gratidão a toda a equipe envolvida na produção e execução do filme em destaque no título deste texto, A garota ideal, escrito por Nancy Oliver, dirigido por Craig Gillespie e lançado em 2007.

Nele há uma riqueza de detalhes repletos de sentido e significado, como, por exemplo, a estação do ano em que a história é contada - inverno - e a transformação que acontece ao longo desse período até a primavera.

Um detalhe curioso é que uma das protagonistas do filme é metade brasileira, metade dinamarquesa! Um toque de humor a mais para nós, brasileiros. 

Não pretendo contar aqui o seu enredo, mas sim destacar para o tema que tenho debatido constantemente aqui, no consultório, em todo lugar onde estou. Uma das frases iniciais do filme, dita por um religioso da comunidade, é "Amai-vos uns aos outros". Religiões à parte, só esta virtude preciosa que é o amor pode transformar as vidas de cada um de nós.

Aos olhos do amor não existe doente nem doença mas formas de se comunicar com o mundo. Quando somos despertados para a sutileza dessa ideia, percebemos que a compreensão, a união, a paciência são fundamentais para uma mudança saudável.

O ideal seria que todos tivessem o suporte emocional que Lars, personagem principal do filme, recebeu. Mas se assim não for possível, a transformação não está perdida. Pois ela se inicia em você. Quer saber como? Prepare a pipoca e o cobertor e assista ao filme; todos os personagens retratados nele estão dentro de você.

Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799

Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Psicologia e a prática do amor


Hoje é dia do Psicólogo, e diante das mensagens enviadas pelos colegas de profissão e pelos companheiros de jornada, cheguei à conclusão de que a ciência que estuda a alma fundamenta-se na prática do amor.

Aceitar a si mesmo é um ato de amor na sua forma mais sublime. Aceitar a si mesmo requer humildade para reconhecer o que é considerado defeito aos olhos críticos do mundo da forma. Aceitar a si mesmo exige coragem para confrontar a verdade de que sua experiência enquanto ser é solitária. E por isso é tão bom dividir as próprias vivências com o próximo, pois nos damos conta de que somos sozinhos juntos! Por outro lado, aceitar o fato da condição solitária do ser, abre um mundo de possibilidades de realização, pois a partir daí inicia-se o exercício da autonomia. Aceitar a si mesmo demanda educação. Colocar limites à criança interior, sem punições ou castigos. Mas acolhendo o seu choro incontido, seus ataques de birra, seu estranho silêncio, por compreender que são comportamentos reveladores de que algo precisa ser ajustado. Aliando emoção e razão, encontra-se equilíbrio na prática do amor.  

Para a Medicina Tradicional Oriental, o coração (Xin) - o imperador de todo o organismo - abriga a mente, denominada Shen. No coração reside toda a sabedoria celeste sobre o desígnio do ser no mundo terrestre.

É interessante perceber que os conhecimentos de terapias distintas, ao contrário do que parece, se reúnem, se integram, e convergem nos mesmos princípios.

Todo curador deve buscar conhecer as próprias feridas e cuidar delas. "Conhece-te a ti mesmo". "Cura-te a ti mesmo". O nosso dever como curadores que somos na profissão de psicólogos é, com o coração aberto para o amor, o dar e receber, a troca essencial, auxiliar a pessoa que recorre ao nosso trabalho, a reconhecer que nela também existe um curador. Auxiliá-la no retorno ao lar de sua alma.

Uma ressalva é importante. Curar não significa retirar os sintomas. Curar não se trata de ausência de doença. Vale lembrar que saúde não é a ausência de doença. Mas sim o sentimento de bem-estar. Curar é saber o que se passa dentro de você, o que dói, onde dói. Saber o caminho para casa. E sempre que precisar, lá se abrigar. Lá se cuidar, se dar o afago de que necessita. E então seguir se aventurando no mundo, feliz por viver!

Parabéns a todos os psicólogos! Um Viva ao amor!!! 


Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799

Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Grupo terapêutico MATERNIDADE



Os desafios e as realizações da maternidade

Grupo terapêutico com base na leitura do livro A maternidade e o encontro com a própria sombra: O resgate do relacionamento entre mães e filhos, de Laura Gutman (Ed. Best Seller).

A proposta deste trabalho foi gerada a partir do entendimento de que, quando trocamos experiências, enriquecemos nossa bagagem pessoal e nos fortalecemos diante dos desafios que nos são ofertados no nosso dia-a-dia.

Que tal mergulhar no estudo deste livro e dividir impressões e vivências, sob orientação profissional, relacionadas ao dom feminino de gestar e gerar vida?

Orientadora: Gisele Faria – Psicóloga (CRP 05/37984) e Terapeuta Complementar
                    
Número de participantes: 06 mulheres por grupo.

Público alvo: mulheres que se afinam com o propósito do grupo.

Número de encontros: 06 encontros quinzenais

Duração: 1h e 30 min

Dia e horário: verifique na página AGENDA DOS GRUPOS TERAPÊUTICOS

Local: Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 – Freguesia/Jacarepaguá.

Investimento: R$ 90,00 por encontro


Inscrições: 
(21) 98872-7799
 facebook.com/bemsequer

Grupo Terapêutico CRESCER & PROSPERAR



Nosso ponto de partida para a construção deste grupo terapêutico consiste no entendimento de que, para prosperar, é preciso realizar. Cada indivíduo carrega em si uma vontade essencial de realizar algo em nível profissional, familiar, social, financeiro, de saúde e de lazer. Todos esses níveis compõem um campo de atuação que nos permite contribuir para o progresso do mundo em que vivemos, daí a sensação de bem-estar, de ser útil, posto que as habilidades pessoais, singulares em cada um de nós, são postas em prática.

Vivemos um momento de crise geral: política, econômica, financeira, emocional, ética... A crise é uma fonte promissora para a prosperidade quando a reconhecemos como tal e nos posicionamos a partir dessa ótica. Este ponto de vista nos faz criar. A criatividade nos faz sentir que estamos vivos e, com ela, realizamos.

Venha fazer parte deste grupo que se propõe a prosperar a cada dia, com a consciência cada vez mais ampla de quem somos e o que queremos para nossas vidas.

Orientadoras: 

Gisele Faria – Psicóloga (CRP 05/37984) e Terapeuta Complementar                    
Adriana Vanni – Consultora em Educação Financeira
                       
Número de participantes: 06 pessoas por grupo.

Público alvo: adultos que buscam se realizar em nível afetivo, financeiro, vocacional, de saúde.

Número de encontros: 8 encontros quinzenais

Duração: 1h e 30 min

Dia e horário: verifique na página AGENDA DOS GRUPOS TERAPÊUTICOS

Local: Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 – Freguesia/Jacarepaguá.

Investimento: R$ 80,00 por encontro.

Principais temas:

- Crises e Oportunidades
- Necessidades e Obstáculos
- Criatividade e Solução
- Planejamento e Qualidade de Vida
- Prosperidade


Inscrições: 

(21) 98872-7799 Gisele

(21) 99806-8439 Adriana
www.adrianavanni3.wix.com/reeducacaofinanceira
facebook.com/consultoraadrianavanni

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Terapia simples e poderosa


Você já ouviu falar em Ho'oponoopono?

Em havaiano, Ho'o significa "causa", e ponopono quer dizer "perfeição". 

A prática do Ho'oponoopono lhe permite liberar recordações dolorosas, que são a causa de tudo que é tipo de desequilíbrios e doenças.

"Na medida em que a memória é limpa, pensamentos de origem divina e inspiração ocupam o vazio dentro de você. A única coisa que devemos fazer é limpar; limpar todas as recordações, com quatro simples frases que abrangem tudo:

Sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou grato.".

Saiba mais sobre essa prática terapêutica; no link abaixo você pode baixar gratuitamente o e-book sobre o tema.

http://www.hooponopono.ws/o-que-e.php

Pratique e observe por um tempo o seu estado e o das pessoas no seu dia-a-dia.


Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799

Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

domingo, 10 de maio de 2015

Mãe


Palavra forte. Palavra de clamor.

Mãe, geração.

Mãe, nutrição.

Mãe, carinho. Mãe, atenção.

Mãe, doação.

Mãe, acolhimento.

Mãe, proteção.

Mãe, colo. Mãe, abraço.

Mãe, intervenção em oração.

Como precisamos de mãe! Mãe é essencial em nossas vidas.

Nossas mães representam essa força essencial mas, vale lembrar, são humanas. Têm também suas demandas de filhas e, por isso, não conseguem suprir todas as nossas carências.

Quando sentir falta de mãe, lembre-se de que em você também há o poder de criar, de cuidar e de amar.

Deixe a mãe que reside em você se manifestar e cuidar, sinta a dádiva da maternidade  acolher e proteger.

FELIZ DIA DAS MÃES! Todos os dias, a todo momento que precisar.


Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799
Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

quinta-feira, 12 de março de 2015

O seu sucesso depende de você



Olá! Este é o primeiro texto a ser postado em 2015. Ao longo do ano passado, o BemSeQuer sugeriu a seguinte enquete ao final de cada publicação: "O que significa SUCESSO para você?".

Conforme descrito na página de apresentação deste blog, a proposta principal do BemSeQuer é o cuidado com o ser. Ou seja, o cuidado consigo mesmo, com o outro, com o ambiente que nos cerca. Considera-se a leitura dos textos promovidos aqui um passo para este movimento; um passo pequeno, porém significativo, assim como cada passo que damos em direção à  ampliação da consciência para o bem-estar.

O tema sucesso é abordado com destaque aqui porque tendemos a associar quase que diretamente sucesso a bem-estar. Você deve concordar que, geralmente, quando iniciamos uma empreitada, costumamos ouvir "Sucesso!!!" daqueles que nos querem bem. 

No dicionário da língua portuguesa Aurélio, encontramos as seguintes definições para o verbete:

1. Acontecimento, ocorrência; 2. Resultado, conclusão; 3. Resultado feliz; 4. Livro, espetáculo, etc., que alcança grande êxito ou autor, artista, etc., de largo prestígio e/ou popularidade.

Podemos refletir a partir das definições sugeridas, que você é uma pessoa bem sucedida diante da simples conclusão de uma tarefa ou de um projeto, com ou sem prestígio em larga escala ou popularidade. Ou seja, o sucesso das suas ações depende do que faça você se sentir FELIZ.

Logo, a pergunta que quer ser ouvida é "O que faz com que você se sinta feliz?" :)

É muito importante responder com clareza a essa pergunta, pois disso depende o seu sucesso, especialmente porque todos os projetos que elaboramos antes mesmo de os colocarmos no papel, vêm da nossa mente. Você realiza o que a sua mente projeta, consciente ou inconscientemente. Portanto, quanto maior a consciência ou o entendimento do que busca, maiores são as chances de que tal busca seja bem sucedida ou de que, em outras palavras, você atinja o resultado que almeja.

Outro ponto importante a assinalar é que, para que o sucesso se faça, VOCÊ, através da sua consciência, dá o comando à sua mente, e não o contrário. Logo, se você alimenta pensamentos como "ñao sou capaz", "isso é impossível", "eu não mereço", "é muito difícil", "ninguém consegue", "a situação econômica, social etc. do país é precária", dentre inúmeros outros, fatalmente suas ações serão correspondentes a essa programação.

Faça afirmativas para si, afirmativas diárias que contribuirão para o resultado que te fará essencialmente feliz. Por exemplo:


"Eu me movimento pela minha saúde". 

"Eu recebo o material de que necessito para realizar meus propósitos essenciais" .

"Eu prospero no trabalho que realizo com dedicação ao meu propósito de vida".

"Eu me relaciono com amor consciente".

Por último, uma ressalva à palavra essencialmente, pois ela faz toda a diferença para a concretização do sucesso. A felicidade a que se refere neste texto vem da essência do ser, essência esta que se reconhece como PARTE de um TODO e se responsabiliza pelo TODO que é como PARTE.

Dito isso, fica aqui o registro da torcida para que o SUCESSO se FAÇA em sua vida!!!!!


Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799
Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

domingo, 21 de dezembro de 2014

Um roteiro para o desenvolvimento da responsabilidade: Passo 4 - Avaliação

(Fonte da imagem: www.elo7.com.br)

Iniciamos em dezembro o fim de mais um ciclo anual e, com este mês, finalizamos o roteiro aqui proposto para o desenvolvimento da responsabilidade.

 Neste passo revemos o planejamento que foi elaborado à priori. Relembramos nossas metas e estratégias iniciais para a sua devida execução.

O desafio da avaliação consiste na neutralidade diante dos fatos. Como a deusa da Justiça, você consegue manter os olhos do julgamento fechados diante do peso das bandejas da verdade e dos êxitos ou frustrações vividos ao longo deste ano?

O desenvolvimento da responsabilidade não é tarefa fácil, pois exige imparcialidade, neutralidade. Não se trata de justificar seus feitos ou não através da condenação de quem ou o que facilitou, dificultou ou impediu que você caminhe na direção que almeja. Trata-se essencialmente de rever o planejamento, verificar os eventos favoráveis e os desfavoráveis, e avaliar o seu posicionamento diante deles.

Que pontos do seu planejamento foram coerentes às suas expectativas?

Nas situações em que logrou êxito quais foram os fatores favoráveis?

Que percalços ocorreram ao longo deste período da sua caminhada?

De que maneira sua criatividade foi colocada em prática para se recriar e solucionar os imprevistos?

Quais virtudes você precisou desenvolver durante este processo? Paciência, resiliência, firmeza da sua vontade, persistência, confiança na própria capacidade, aceitação e compaixão por você e por quem está do seu lado, humildade diante do que não tem controle, desapego, perdão...?

 Feita esta avaliação, parabéns pela coragem de fazê-lo com honestidade! E de se propor a aprender na escola da vida! 

Agora é hora de celebrar! Com os pés no chão e os braços abertos, respirar pausadamente, inspirando e expirando alegria e gratidão por si mesmo, pela vida e por cada um que dela compartilha conosco. 

Para, então, retomar o fôlego e dar prosseguimento `as metas que ainda não foram atingidas e formular outras, com o planejamento refeito, fresquinho, como o ano que se aproxima.

Brindemos pela conquista de mais um ciclo vivenciado!!!! Tim-tim!!! :)

Gisele Faria 
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799
Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Lembre-se de respirar...

Parece irônico o lembrete para fazermos algo que ocorre independente da nossa vontade enquanto estivermos vivos.

Acontece que embora respirar seja um ato involuntário, nós temos o controle sobre como respiramos. E assim é em tudo na vida, não é mesmo?! Ou seja, não controlamos as curvas que o vento faz em nossas vidas; mas controlamos o que fazemos diante disso.

Às vezes tudo parece calmo, linear, organizado, até que de repente algo inesperado acontece, para nossa alegria ou tristeza, e então se faz o caos para que uma nova ordem se estabeleça. Esta relação ordem/caos se dá ao longo de todo o dia, todos os dias das nossas vidas. Nem sempre nos damos conta disso, assim como frequentemente não nos damos conta da nossa própria respiração.

Quando inspiramos, o diafragma se contrai e faz com que o Qi que entra em "forma de ar" se conecte à nossa energia essencial que reside no baixo ventre, isto é, a energia geradora da vida. É como se houvesse uma conversa, um diálogo entre o que está fora e o que está dentro.

Uma pequena pausa para o encontro...

Então, uma alquimia se faz no corpo, que assimila e transforma o novo que chega de fora junto à essência que reside dentro dele, e libera para o exterior através da expiração o Qi que se converteria em toxinas se permanecesse ali, mas que para o ambiente externo é uma importante fonte de energia. O diafragma se expande em elevação, e devolve para o ambiente, pelas narinas ou pela boca, o resultado dessa "conversa" em forma de Qi.

A transformação acontece... uma nova ordem se faz nos universos interno e externo. A unidade é mantida através da ponte que é a respiração.

Quando estamos com medo, a respiração acelera para nos dar condições de agir pelo ataque ou pela fuga. Mas se o estado de medo é contínuo, tal aceleração desarmoniza todo o organismo. A raiva serve para revermos o que não vai bem e buscarmos a solução. Ispiramos com força para impulsionar a agressividade necessária para a ação criativa. Quando permanecemos nesse estado, a respiração fica interrompida e se converte em tensão, estresse, até o adoecimento. Com a preocupação excessiva ocorre uma estagnação, a respiração não flui, assim como os pensamentos.

Há incontáveis práticas que estimulam a respiração harmônica, como a yoga, o tai chi chuan, o Qi-cun. Estes são apenas alguns exemplos. Já diziam os antigos orientais que a respiração é uma importante chave para a promoção do bem-estar.
 
Portanto, observe-se. E respire...

Gisele Faria
Psicoterapeuta (CRP 05/37984)
Terapeuta complementar

Atendimento com hora marcada:
(21) 98872-7799
Estrada de Jacarepaguá 7221 Sala 508 Freguesia RJ

Participe da Enquete do Bem-Se-Quer:
  * Comente aqui ou envie um email para blogbemsequer@gmail.com

"O que significa SUCESSO para você?"


Você é importante para o Bem-Se-Quer. 
Você é importante para todos nós!